Arquivo do mês: outubro 2015

Saci Pererê ( infantil)

Diz a lenda popular Vinda  do Sul do Brasil Que havia um garotinho  a infernizar Aprontando coisas mil Dele ninguém queria saber Foi chamado de “Saci Pererê”.   Pulava de lá para cá Sempre aprontando  legal Com a miscigenação do … Continuar lendo

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Não sei falar de violência…

Elisabeth Amorim* De repente, um espelho Quebrado. Cacos espalhados revelam Violência. Violência contra a mulher? Não sei falar de violência… Voto, Emprego, Gênero, Nasci mulher ou a construção  cultural me fez assim? Por que a cada desentendimento na política usam … Continuar lendo

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O Barquinho de Papel (poesia)

* Coloquei  o meu nome No meu barquinho de papel Mas ele não foi muito longe Nuvens invejosas pularam do céu E o tempo de repente fechou. E o meu barquinho desmanchou… *** Mas como sou persistente Construir outro barco … Continuar lendo

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A gota da vida (mensagem)

Muitos pensam que um rio  é suficiente para saciar a sede do mundo.  Engano. Há sede mais persistente que o rio só não basta. Muitas vezes a sede é de afeto, carinho, atenção.  Nossa sede é de solidariedade. Vivemos num … Continuar lendo

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O sapo que não virou príncipe (infantil)

Elisabeth Amorim Era uma vez uma linda princesinha, seu nome era Fantasia.  Fantasia vivia no mundo da lua por  causa das historias  contadas pela sua avó, carinhosamente chamada pela neta de Mãe Rainha.  O seu mundo era cercado de fadas, … Continuar lendo

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Brincadeira infantil (poesia)

Elisabeth Amorim * Não há tempo para cantiga de roda Nem  o cravo  briguento  restou Hoje os pais enfrentam uma grande prova O filho e o seu parceiro computador.   Oh, que saudade da infância Da queima  de calorias Onde … Continuar lendo

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Infância em fuga (poesia)

Elisabeth Amorim Onde está a nossa infância? Deixe eu ser criança Não me encha de atividades fúteis Uma aliança ou  vingança? Geração  computador Não somos coisinhas inúteis. Somos crianças! Sou criança! Quero ser a esperança. Respeite a minha idade, por … Continuar lendo

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