Eu sou…

*

Luz  para aqueles que não gostam de escuridão,

Amiga para quem gosta de abraço,

Companheira  para os que dividem sonhos

Escritora para quem curte literatura marginal.

Quem sou eu?

Afinal…

 

Eu sou…

 

Professora que aprende a cada dia

de chuva ou de sol.

Eu sou uma menina-mulher

Que brinca com as letras

De um “C” faço do coração,

caracol…

 

Eu sou…

 

Artista do Recanto das Letras

Mulher, guerreira, aprendiz.

Administradora  do blog Toque Poético

Em cada canto eu sou…

pedacinhos de mim,

Cristã, feliz,

simples

assim…

 

Eu sou…

Elisabeth Amorim

 

( E. Amorim)

 

 

  • Evento patrocinado pela Prefeitura Municipal de Iaçu e a Secretaria de Educação para Homenagear às mulheres iaçuenses no DIA INTERNACIONAL DA  MULHER.

 

 

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Saindo da “vida maria” através da escrita literária (crônica)

E. Amorim no Dia Internacional da Mulher – PIB Iaçu

Chegou o DIA INTERNACIONAL DA MULHER e a mídia através da espetacularização e poder de convencimento através da imagem, aponta a mulher em suas diversas ocupações como se fosse algo natural romper as barreiras para ocupar tal posição. Não, não é nada fácil quebrar estereótipos, preconceitos e receber as críticas de diversas direções. Agora, com todo respeito às mulheres comuns, mas o nosso toque poético vai para as ousadas, mulheres que penetraram um universo tão “machadiano”, ou por que não dizer “drumondiano”?

De repente, o nosso espaço ficou pequeno para “Carolina Maria de Jesus”, “Amélia Rodrigues”, “Elisabeth Amorim”, “Miriam Fraga”, ” Cora Coralina”, “Conceição Evaristo”, “Helena Parente Cunha”, “Clarice Lispector”, “Cecília Meireles”, “Rachel de Queiroz” entre outras tantas mulheres fortes, às vezes tiveram que brigar com o próprio espelho para transbordarem-se.

Aceitar a “vida maria” que a sociedade determinou para cada mulher é uma questão de escolha. Há muito tempo que o papel destinado a mulher era restrito ao espaço doméstico, ser a “mulher do lar”. Mas quem disse que numa cozinha não se encontra um caderno e uma caneta? Quem disse que do lixão não brotam histórias das “Carolinas” brasileiras, afinal, não são “Marias” de Jesus?

Cordel – Estudantes do Ensino Médio

 

Que no Dia Internacional da Mulher   as escritoras brasileiras aceitem essa homenagem. Não temos a mídia ao nosso lado, mas temos um universo imenso que se chama “sala de aula”, lá inovamos e promovemos o encontro de mulheres guerreiras, ousadas, persistentes com os nossos jovens estudantes de Ensino Médio.  Mulheres que poderiam permanecer numa sala de aula ou cuidando do lar, mas ao deixarem seus escritos, elas não serão apagadas da história.

Assim, uma das atividades propostas para os estudantes foi assistir ao vídeo “Vida Maria”, um curta-metragem, 3D, lançado em 2006 pelo animador gráfico Márcio Ramos, merecidamente premiado pelo Governo do Ceará. Traz a história de uma criança “Maria José” que tenta aprender ler e escrever, mas a sua mãe a interrompe para que “Maria” ajude nas atividades domésticas. No entanto, “Maria José” cresce, casa-se e reproduz o mesmo comportamento da mãe para com sua filha, neta, bisneta…Sendo que nenhuma  ousou quebrar o ciclo, deixando o caderno abandonado numa janela qualquer.

Dia Internacional da Mulher – Colégio Estadual Lauro Farani

E quais as nossas “marias” que não aceitaram a reprodução cultural tão arbitrária com as mulheres? Como elas começaram a escrever?  Quais os apoios recebidos? Ah, isso merece uma pesquisa, não?  E foi assim que comemoramos o nosso dia, procurando nos “baús” e redes a vida e obras de escritoras brasileiras/ baianas.  Falam-se de cantoras, deputadas, governadoras, empresárias, jogadoras de futebol, pintoras, mas esquecem das mulheres capazes de juntá-las num só texto.

Quando disse que essas mulheres ousadas não cabem aqui, porque o mundo é nosso, das pessoas que ousam ir além independente do gênero assumido. Já tentei ser feminista diplomada, quebrei a cara. Virei a página e voltei para o fogão com um papel e uma caneta. Com apenas uma diferença, ao sair de perto do fogão transformo a minha sala num grande laboratório, o resultado dessa vez: cordéis sobre as “marias” que resistiram jogar o caderno fora e escreveram( ou ainda escrevem) até a última página…

Professoras Beth e Tânia

 Elisabeth Amorim

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Brava gente, professor! ( crônica)

*

Sou professora e acredito que mesmo quando eu ficar velhinha com cabelos grisalhos, a profissão estará impregnada na minha pele ou na memória. Uma professora arrojada, que gosta de inovação. E inegavelmente, nós professores temos muito que comemorar, pois somos guerreiros e por mais que neguemos a luta, o nosso espelho denuncia: Brava gente, professor!

Enfrentamos com muita raça situações adversas em nossa sala de aula, driblamos com maestria e competência cada uma delas.  Atendemos a um público diferenciado que traz a marca da heterogeneidade, mas entre as quatro paredes, enxergamos  cada aluno como mais um que precisa da nossa atenção e respeito.  Respeitamos as diferenças, não porque é modismo, mas porque nós, professores, somos também diferentes de muitos outros profissionais, pois todos eles passam pela nossa vida e fazemos a diferença em qualquer ambiente transitado, consequentemente, na vida desses profissionais.

Começamos o ano letivo na rede pública municipal,  e  na nossa mochila, os sonhos! Não pensem que deixaremos escapá-los, correremos atrás de cada um… pois “o sonho que se sonha junto é realidade”.  E educação é parceira, troca de saberes, é sonho compartilhado, principalmente quando unimos a “pedagogia  da esperança” a ” pedagogia da autonomia” do grande educador  Paulo Freire.

A pedagogia da esperança porque como o próprio autor defende que sem esperança não se ganha nenhuma batalha, ela precisa permanecer viva para que os sonhos não morram. Mas ela só, não basta, é preciso uma consciência e ação crítica,  em outras palavras, é preciso ter esperança, mas é preciso saber o caminho que se pretende chegar. E é nesse caminhar que a pedagogia da autonomia se faz necessária. O caminho existe, nele há uma infinidade de opções com múltiplas escolhas, algumas boas que servirão para nossos alunos, outras inadequadas para o público- alvo. Que seta você seguirá?  O professor precisa  da consciência e ação crítica para saber exatamente  onde se quer chegar, sem se perder no meio do caminho.

Brava gente, professor!   Começamos a nossa jornada pedagógica sem nenhum trio elétrico nem fogos de artifícios, mas com uma certeza gigante de que nós podemos fazer 2018 um ano diferente com uma  festa dentro da gente  do tamanho do sonho de cada um.  Não vamos esperar acontecer, nós, em nossa sala de aula todos os dias letivos “fazemos a hora”, não é mesmo, Geraldo Vandré?  Fazemos de cada hora um motivo para refletir sobre a própria prática pedagógica, nossos avanços e retrocessos, as perdas e ganhos, as aprendizagens e as informações, porém,  estamos caminhando, nosso alvo é a educação de qualidade.   Não poderia deixar de parabenizar os nossos guerreiros que brilhantemente fizeram a jornada acontecer em parceria com equipes  técnica, pedagógica e administrativa da Secretaria Municipal de Educação.

 

                               Parabéns!!!

 

**

 

Elisabeth Amorim

*Algumas fotos  de escolas ( zona rural e sede) envolvidas na jornada pedagógica do município de Iaçu/2018.

**E o vídeo é uma síntese do que aconteceu durante os quatro dias de jornada pedagógica nas escolas municipais de Iaçu, João Amaro, Lagedo Alto, Escolas do Campo e Faustino.

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Eu também tenho um sonho! (crônica)

I Encontro de Formação Pedagógica/2018

Como profissional com vasta experiência no ramo educacional, posso dizer que apesar do cenário educacional brasileiro apresentar-se um pouco sombrio e encontrarmos, constantemente,  profissionais desmotivados, há uma luz no final do túnel. Há muitos professores que acreditam na educação, há muitos professores que fazem a diferença nas suas escolas, há ainda sonhadores, e para eles o nosso TOQUE POÉTICO de hoje.

Rita Sousa ( Secretária Municipal de Educação)

E a Secretaria Municipal de Educação  da cidade de Iaçu, através da Secretária de Educação  RITA SOUSA  traz como tema da Jornada Pedagógica “Sonho que se sonha junto é realidade” como um claro convite à  comunidade escolar  a participar do sonho de uma educação de qualidade, um sonho de uma educação transformadora. Mas, sonhar apenas não basta! Ciente disso a Secretária de Educação entra em campo antes do início do ano letivo/2018  e promove o “Primeiro Encontro de Formação Pedagógica” para os coordenadores pedagógicos do município. Para tal contou com a  experiência e criatividade da nossa grande colaboradora  Elisabeth Amorim.

No último dia 09 a Secretaria Municipal de Educação recebeu quase trinta coordenadores  e/ ou diretores representantes e durante seis horas muitas leituras  discussões, risos e produções ocorreram.  O primeiro encontro de muitos que virão para somar com a competência desses profissionais de ensino que tanto sonham com uma educação de qualidade.  Falando em sonhos,  três textos  sustentaram as discussões: “ Eu tenho um sonho!”  famoso discurso de Martin Luther King(1929 – 1968),  o mais importante líder ativista dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos; “Nunca desista de seus sonhos!”   baseado no livro de Augusto Cury, (1958) médico, psiquiatra e escritor brasileiro mais lido da atualidade; “Dom Quixote” de Miguel de Cervantes, escritor espanhol( nasceu no século XVI, a data imprecisa) personagem imortal pela capacidade de transformar a fantasia em realidade.

Um encontro pedagógico para se ouvir o sonho de cada escola ali representada. O sonho de um projeto pedagógico que  atenda as necessidades básicas , o sonho capaz de resolver a questão do alto índice de reprovação no 3º. ano do Fundamental I, bem como no 6º. Ano do Fundamental II.  O sonho da formação continuada, o sonho de garantia do  horário de planejamento regular para manter o diálogo entre professores X coordenadores. Sonhos e mais sonhos entrelaçados que chegam até nós… E como ficamos felizes, pois são eles que nos movem, o sonho significa que ainda há esperança, ainda há profissionais que querem mudança, e o melhor, acreditam na mudança. Um povo que não sonha, não luta! E por não acreditar… não vence!

“Sonho sem ação, é apenas um sonho” a  brilhante síntese  dos textos lidos que representa também a fala  de muitas escolas, faz eco aqui. Ainda bem que a  ação da Secretaria Municipal de Educação já começou  promovendo a formação pedagógica desses grandes guerreiros  condutores  da bandeira pedagógica  de sua escola. Como entendemos que essa bandeira não é leve, um trabalho em equipe é fundamental para que a aprendizagem ocorra. E foi assim,  em equipe, que ouvimos as dúvidas,  angústias e sonhos de cada escola.   Coletamos dados, sugestões, críticas e elogios.  Material riquíssimo feito à várias mãos  que apontam alguns caminhos para uma educação de qualidade. E como sabemos que um coordenador ativo e competente é um grande aliado para transformar o sonho em realidade… A parceira está firmada porque eu também tenho um sonho!

Elisabeth Amorim

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Que jornada foi essa? ( crônica)

Em todo canto que passamos, ouvimos: “ Que tiro foi esse?” Mas não gostamos de tiro, não defendemos a cultura do “tiro”,  porque o tiro é  representação  da violência banalizada,  a nossa bandeira é e continuará sendo a literatura. A literatura que liberta, a literatura que transforma e a literatura que abraça. E dessa vez, o abraço poético vai para a Jornada Pedagógica do CELF.

Durante os dias 05 a 07 do mês de fevereiro  ocorreu a Jornada Pedagógica do Colégio Estadual Lauro Farani Pedreira de Freitas ou simplesmente “ Lauro Farani”. E a Jornada Pedagógica como o próprio nome sugere,  é uma maratona  onde cada “atleta” arregaça  as mangas e “corre” de forma política-pedagógica  para atingir as metas para um bom ano letivo. Claro, é preciso conhecer as regras da U.E, as  formas de avaliar, o PPP, os informes institucionais… o bom é saber que todo “atleta” que entra na  jornada sai vencedor.

Jornada Pedagógica do CELF/ 2018

Que jornada é  essa? É a jornada que lhe dará um respaldo para conhecer as políticas pedagógicas da unidade escolar e fazer as possíveis inferências de forma crítica e consciente.

Que jornada  é essa?  É a jornada que proporciona a troca de informações e diálogos entre as diferentes áreas,  pensando numa aprendizagem mais significativa.

Que jornada é essa? É a jornada que abre as discussões sobre os acertos e erros do ano letivo  anterior. Visando ampliar  os pontos positivos e corrigir os negativos.

Que jornada é essa? É a jornada que revela os jovens talentos que  estão escondidos na unidade de ensino ou já saíram de forma anônima. No caso específico do Colégio Lauro Farani, contamos com as presenças de “Sara Brito” ex-aluna,  representante da SEC/Ba,  “Eduardo Vinícius” estudante poeta,  do 2º. Série do Ensino Médio, “Hugo Coutto” concluinte 2017, poeta, as “Carol” (Ana Carolina e Carolina) que cantaram e encantaram o público presente.

Que jornada é essa? Ainda  com dúvidas?!  A jornada pedagógica  é o momento de conhecer as novas portarias educacionais em vigor, é o momento de traçar metas para  atingir o seu alvo. Se você não sabe que direção  pedagógica seguir,  participando da Jornada Pedagógica você conhecerá um caminho, poderá não ser o melhor nem o  pior, mas um caminho pedagogicamente correto.

E quando dissemos que a nossa política é a do abraço poético, porque vimos na literatura um caminho capaz de abraçar muitos outros sem excluir nem anular nenhum deles.

Veja a poesia  do aluno concluinte, “ HUGO COUTTO”,  especialmente para a Jornada Pedagógica do Colégio Estadual Lauro Farani. 

Hugo Coutto – jovem poeta iaçuense

 

A LUTA DA EDUCAÇÃO

 

O Brasil

Ele é muito conhecido

Pela nossa seleção

Lembramos  do 7 X 1 na copa

Quando a grande derrota

Tá na nossa educação

Que se cobre com a lama

Suja da corrupção

Vemos  na televisão

Greves, manifestação,

Mas algo que a mídia não diz

Quanto vale um professor

O mais nobre trabalhador.

Na formação do país.

II

 

Para mim, ele é o artista

Do mais belo pincelar

Sua arte tão bonita

Que se deve apreciar

Da leitura até a escrita

Vejo a beleza contida

Na arte de educar.

III

 

Professor,

O bom polidor de pedras

Com pedras a lapidar

Pedras essas que no fim

Se tornam cristais a brilhar

E por mais que alguns

se quebrem no caminho

Seu trabalho foi bem feito

Com força, amor e carinho

Feliz em nos ver voar

Alto como um passarinho.

IV

 

Mas o sistema covarde

Não dá oportunidade

A quem ama ensinar.

Olha, chega a me dar dor

Em saber que um professor

Mal ganha para trabalhar.

V

Mas  também muito me orgulho

Em ver seu trabalho duro

Sem ninguém recompensar

E tenho na consciência

Que a sua recompensa

É poder nos educar

Sei que nem todos entendem

Mas, eu  posso te entender

Pois o seu amor pelo que faz

Chega a me surpreender

Hoje tenho autoridade

Que dessa sociedade

O professor é o pilar.

VI

Hoje digo com amor

Que por mais difícil que for

De suor e trabalho duro

O que serei no futuro?

Sem dúvida: professor!

VII

Inicia-se o trabalho

Árduo e tão cansativo

Pois daqui a alguns dias

Começa o ano letivo

O começo do processo

De amor educativo

Esse que é planejado

Com inteligência e lógica

Deu-se início a essa jornada

A Jornada Pedagógica

Visando muitas melhoras

Superando as dificuldades

Buscando o melhor ensino

Abrindo oportunidades

Mostrando o poder do Lauro

Em meio a precariedade

Parabéns ao corpo docente

Por proporcionar pra gente

Ensino de qualidade

Sem deixar de aplaudir

Os discentes dessa escola

A turma boa de bola.

Intelectos e artistas

Poetas e cordelistas

Aos que dançam e aos que cantam

E por aí afora encantam,

E me deixam encantado.

Sinto orgulho quando falo

Sou formando aqui do Lauro

Escola Pública do Estado.

_______________________________

Que jornada foi essa?

Toque Poético

 

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“Não se ponha o sol sobre vossa ira…” ( mensagem)

Deus cuida dos seus nos mínimos  detalhes, mesmo quando acham que Ele está distante,  Ele está agindo em silêncio. Porque tudo que Deus faz é perfeito, bonito e agradável.  E foi por causa desse Senhor fiel que Paulo foi transformando. E através de cartas ele evangeliza nas próprias comunidades cristãs que estavam passando por conflitos internos.

Há momentos  na vida que as coisas “desandam” e por conta da fragilidade da fé, muitos desistem de acreditar numa mudança de cenário,  consequentemente,  ficam suscetíveis a qualquer “vento de doutrina”,  colocando em dúvida o poder de Deus para resolução de problemas e apostam no poder dos homens.  Como agir diante das tribulações?

Uma das primeiras palavras de Paulo na carta aos  Efésios é que a “salvação é pela graça e misericórdia de Deus”.  Um Deus que tem um amor por nós sem limites, inexplicável.  E por mais difícil  que seja a situação, “não desanimem”, usem os “dons para glorificar e edificar o evangelho de Cristo”  e  não a si mesmo, porque  a  cabeça é Cristo, não os homens.

Sintetizando as palavras de Paulo aos Efésios, ele diz  aos cristãos que estavam vivendo  em pecado, que eles falassem e vivessem a verdade, e se por acaso houvesse a ira entre eles, não deixassem  esse sentimento ruim  ser alimentado “ … não se ponha o sol sobre vossa ira…”(4:26)   porque todo cristão precisava acordar, usar o capacete da salvação, buscar as armaduras  para se proteger das investidas do inimigo, e a” luta não contra carne e sangue, mas, sim, contra principados, contra potestades, contra os príncipes das trevas deste século…”  ( 6:12) E isso exigiria de cada um a mudança de atitude, em vez de um querer tentar imitar o erro do outro, “sede, pois, imitadores de Deus…” (5:1)  o erro gera a brecha para o maligno entrar na comunidade/ vida cristã e desestruturar a igreja.

É interessante como Paulo  se identifica “preso do Senhor”, um ser dependente.  E quando há essa dependência em tudo é notado o agir de Deus, e é  justamente sobre isso que ele fala  aos  Efésios.   Um Deus que pode fazer muito mais do que pedimos ou pensamos.  Um Deus capaz de mudar a vida de qualquer um, como a dele, por exemplo;  um perseguidor de cristãos que se tornou um grande apóstolo de Cristo. Vale a pena ser cristão!

     LEITURA BÁSICA:    EFÉSIOS

 

Toque Poético*

 

  • A cada final de  mês um livro bíblico será comentado no toque poético,  janeiro foi a vez da “ EPÍSTOLA DO APÓSTOLO PAULO AOS EFÉSIOS” 1- 6.

 

 

 

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Estátua se rende aos encantos da escritora do Toque Poético!

Escritores há  milhares, mas poucos tem a honra de ser reverenciado por uma estátua.  E não é que a nossa escritora Elisabeth Amorim foi agraciada com as proezas da estátua humana que fica na Passarela do Álcool na encantadora cidade de Porto Seguro?

“Aproximadamente  há 15 anos a conheci,  mas sempre que vejo, fico admirada com  o controle e competência desse artista de rua… é muito tempo imóvel,  mas esse ano essa estátua me conquistou e ganhou o Toque Poético. ” –  Fala da escritora baiana Elisabeth Amorim que se divertiu com as brincadeiras da estátua .

A vida é tão curta e as férias mais ainda…  Para que perder tempo com  coisas pequenas  que diminuem o nosso humor e saúde?  Viva a  vida cada dia melhor!  Sorria, deixe o seu humor se espalhar pela passarela, ela poderá ser apenas sua e foi o que esses dois artistas fizeram.  A  felicidade é o seu cartão de visita, conforme a   receptividade, as pessoas aproximam-se ou afastam-se  umas das outras. E como essa escritora irradia sua luz por onde passa, até as estátuas são conquistadas.

  

Agora,  se uma estátua se rende aos encantos da nossa escritora, por que você  continua de fora do nosso Toque Poético?  Você que nem estátua é… Ou é e não percebemos ainda?

Brincadeira à parte,  queridos leitores, estamos aos poucos retomando as nossas atividades literárias,  e  não poderíamos deixar de aproveitar as fotografias de férias da nossa escritora predileta.  Diga-se de passagem,  ela está super  feliz porque mais uma vez teve  o livro “ Zik e Moka: dois sapinhos diferentes”  adotado no  Centro Educacional A Dinâmica, escola particular da cidade de Iaçu-BA.  Esse abraço é fruto do trabalho sério que  há muitos anos a escritora desenvolve com a literatura  local.  E nós do Toque Poético só temos a agradecer a escola A  Dinâmica por valorizar os bons frutos da nossa terra, muito fértil por sinal.

                                  Toque Poético

 

Ps :   Você poderá  também abraçar a nossa literatura com apenas um toque (compartilhando nas suas redes sociais) poético ou levando para sua casa/ escola/academia um livro da nossa escritora favorita. Não conhece? Corra e venha conhecer!

 

 

 

 

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